Vocês sabem quem são os personagens dessa esplêndida charge do Loredano?
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Arca do Tesouro
Que tal viajar ao som da belíssima música de Villa Lobos, no delicioso trenzinho criado por Silvia Queiroga (SissiClips)? É uma viagem emocionante, por um Brasil que pode não estar visível, mas que ainda existe. Só depende de nós...
Transcrito da Navetta*, onde foi publicado em 31/10/2010
Quanto custará o plebiscito de Dilma, por Ricardo Noblat
Transcrevo do Blog do Noblat, onde foi postado ontem às 19:02, porque acho imprescindível que o maior número possível de brasileiros pense muito bem nisso. Sou um grão de areia na web. Mas se cada grão de areia informar o item a seguir a um amigo ou parente, nosso solo ficará mais forte:
O plebiscito obrigará os brasileiros a entenderem em cerca de um mês o que significa, por exemplo, voto distrital misto, distritão, voto distrital e voto proporcional; as vantagens e desvantagens de cada um.
Leiam a íntegra do texto assinado por Ricardo Noblat e depois conversamos:
Sabe quanto custará o plebiscito sobre a reforma política proposto por Dilma?
Especialistas da Justiça Eleitoral calcularam esta tarde.
Custará algo em torno de meio bilhão de reais.
E tem mais um agravante: ele só será possível se a Justiça Eleitoral suspender o recadastramento biométrico* em curso dos eleitores.
As duas tarefas juntas ela não poderá tocar.
O plebiscito obrigará os brasileiros a entenderem em cerca de um mês o que significa, por exemplo, voto distrital misto, distritão, voto distrital e voto proporcional; as vantagens e desvantagens de cada um.
E esse é um ponto, um único ponto de uma reforma que para ser levada a sério compreenderá dezenas de pontos".
Vocês acham que essa mágica será possível? Eu, como acho essa uma tarefa impossível, vou tratar de conversar com amigos, parentes e leitores e pedir que pensem muito nesse plebiscito e raciocinem se isso nos interessa agora, ou não. Se é do interesse do Brasil ou do interesse do PT.
É Hora de Pensar!!!
O plebiscito obrigará os brasileiros a entenderem em cerca de um mês o que significa, por exemplo, voto distrital misto, distritão, voto distrital e voto proporcional; as vantagens e desvantagens de cada um.
Leiam a íntegra do texto assinado por Ricardo Noblat e depois conversamos:
"País rico é outra coisa.
Sabe quanto custará o plebiscito sobre a reforma política proposto por Dilma?
Especialistas da Justiça Eleitoral calcularam esta tarde.
Custará algo em torno de meio bilhão de reais.
E tem mais um agravante: ele só será possível se a Justiça Eleitoral suspender o recadastramento biométrico* em curso dos eleitores.
As duas tarefas juntas ela não poderá tocar.
O plebiscito obrigará os brasileiros a entenderem em cerca de um mês o que significa, por exemplo, voto distrital misto, distritão, voto distrital e voto proporcional; as vantagens e desvantagens de cada um.
E esse é um ponto, um único ponto de uma reforma que para ser levada a sério compreenderá dezenas de pontos".
Vocês acham que essa mágica será possível? Eu, como acho essa uma tarefa impossível, vou tratar de conversar com amigos, parentes e leitores e pedir que pensem muito nesse plebiscito e raciocinem se isso nos interessa agora, ou não. Se é do interesse do Brasil ou do interesse do PT.
É Hora de Pensar!!!
Ary Franco
Um Gigante Que Desperta
Com palavras de ordem e cartazes mais ou menos com o título acima, o povo brasileiro vem dando uma demonstração de que sua inércia acabou.
Acabou a leniência e a falta de vontade de reagir diante dos desmandos da classe política e, portanto, dos governos.
Parece que, enfim, o povo começa a entender o que significa ter representantes, e que esses mesmos representantes só se legitimam ao exercício desse papel na medida em que efetivamente representem a vontade do coletivo que os elegeu.
Nos últimos dias, em uma ação histórica e única até aqui, o povo se despiu da voz partidária, abandonou o casulo das bandeiras de facções e soltou a sua própria e soberana voz. A voz única dos titulares de direitos, vez que, antes de qualquer alinhamento ideológico, somos todos brasileiros e cidadãos que merecem respeito.
O povo, mais do que simplesmente cantar o hino nacional, resolveu exercer a sua letra, emprestando vida e alma a palavras que, para muitos, quase nada significavam e, ao fazê-lo, acabou por reescrevê-lo em episódio atual:
Ouviram das ruas as guias solitárias
De um povo estoico o brado vivificante
E o clamor por respeito, a uma só voz
Ecoou nas mentes nesse instante...
O clamor nacional, praticamente uníssono, exige que os governos e os políticos aprendam a ter mais respeito pela coisa pública e pelos destinos do país, deixando de tratar seus mandatos como investidura de poder para uso privado.
Há muito que nos perguntamos “até quando?” relativamente a várias e intermináveis questões, como a seca, a pobreza, a falta de investimentos sérios e duradouros em educação e saúde, enfim, questões nacionais sempre relegadas a um segundo plano. Questões sempre tratadas após e em função da perpetuidade dos tais representantes no poder.
Nossos representantes. Que nada. Eles vêm exercendo seus mandatos de forma tão distorcida, que nem mais são capazes de lembrar a razão que os fez políticos.
A hora do “até quando?” já passou. O próprio povo, retomando sua própria voz – que até aqui vinha sendo mal apresentada por seus eleitos – determinou em tom solene: Basta! Chega de desmandos e descasos de toda sorte! O destino do Brasil é dos brasileiros e que disso ninguém duvide!
Como já escreveu Antonio Maria, em sua decantada obra “Brasileiro profissão Esperança”, o povo nada mais tem feito do que repetir suas palavras na beleza de uma atitude de protesto que, em essência, repetiu e repetiu até a exaustão: “Não sei por onde vou! Não sei para onde vou! Só sei que não vou por aí!"
Que o despertar do gigante seja seguido de um firme caminhar...
Ary Franco Neto é advogado.
Com palavras de ordem e cartazes mais ou menos com o título acima, o povo brasileiro vem dando uma demonstração de que sua inércia acabou.
Acabou a leniência e a falta de vontade de reagir diante dos desmandos da classe política e, portanto, dos governos.
Parece que, enfim, o povo começa a entender o que significa ter representantes, e que esses mesmos representantes só se legitimam ao exercício desse papel na medida em que efetivamente representem a vontade do coletivo que os elegeu.
Nos últimos dias, em uma ação histórica e única até aqui, o povo se despiu da voz partidária, abandonou o casulo das bandeiras de facções e soltou a sua própria e soberana voz. A voz única dos titulares de direitos, vez que, antes de qualquer alinhamento ideológico, somos todos brasileiros e cidadãos que merecem respeito.
O povo, mais do que simplesmente cantar o hino nacional, resolveu exercer a sua letra, emprestando vida e alma a palavras que, para muitos, quase nada significavam e, ao fazê-lo, acabou por reescrevê-lo em episódio atual:
Ouviram das ruas as guias solitárias
De um povo estoico o brado vivificante
E o clamor por respeito, a uma só voz
Ecoou nas mentes nesse instante...
O clamor nacional, praticamente uníssono, exige que os governos e os políticos aprendam a ter mais respeito pela coisa pública e pelos destinos do país, deixando de tratar seus mandatos como investidura de poder para uso privado.
Há muito que nos perguntamos “até quando?” relativamente a várias e intermináveis questões, como a seca, a pobreza, a falta de investimentos sérios e duradouros em educação e saúde, enfim, questões nacionais sempre relegadas a um segundo plano. Questões sempre tratadas após e em função da perpetuidade dos tais representantes no poder.
Nossos representantes. Que nada. Eles vêm exercendo seus mandatos de forma tão distorcida, que nem mais são capazes de lembrar a razão que os fez políticos.
A hora do “até quando?” já passou. O próprio povo, retomando sua própria voz – que até aqui vinha sendo mal apresentada por seus eleitos – determinou em tom solene: Basta! Chega de desmandos e descasos de toda sorte! O destino do Brasil é dos brasileiros e que disso ninguém duvide!
Como já escreveu Antonio Maria, em sua decantada obra “Brasileiro profissão Esperança”, o povo nada mais tem feito do que repetir suas palavras na beleza de uma atitude de protesto que, em essência, repetiu e repetiu até a exaustão: “Não sei por onde vou! Não sei para onde vou! Só sei que não vou por aí!"
Que o despertar do gigante seja seguido de um firme caminhar...
Ary Franco Neto é advogado.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Palavra da Coruja
Hegel estava certo quando disse que nós aprendemos com a História que o homem nunca aprenderá nada com a História.
George Bernard Shaw
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